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Fertilizantes e biofertilizantes: entenda as diferenças entre eles

Aumentar a produtividade por hectare mantendo custos controlados é um dos principais desafios dos agricultores. Para alcançar esse objetivo, alguns dos principais recursos disponíveis são o uso de defensivos, fertilizantes e biofertilizantes. Mas você sabe como eles se diferenciam e qual o mais indicado para sua plantação?

Nesse conteúdo vamos esclarecer os conceitos e apresentar o cenário desses produtos no agronegócio brasileiro.

Para conhecer todos esses detalhes, continue lendo o nosso conteúdo.

Fertilizantes, defensivos, adubos ou biofertilizantes?


O vocabulário dos produtos voltados para auxiliar na produção agrícola é amplo e pode ser confuso. Hoje falamos sobre defensivos, fertilizantes, biofertilizantes e adubos, mas termos como agrotóxicos e pesticidas também fazem parte do imaginário do produtor, apesar de serem mal vistos pela indústria.

A seguir, vamos esclarecer as principais nomenclaturas desses produtos.


Fertilizantes ou adubos

Podemos resumir esses termos como substancias que forneçam nutrientes para o desenvolvimento de plantas, sejam eles minerais, biológicos ou químicos.


Com a proliferação de terminologias, a palavra adubo passou a ser associada componentes naturais e caseiros, utilizado em menor escala.


Já a palavra fertilizantes ganhou características comerciais, sendo associada a produtos voltados para a produção em larga escala.


Defensivos

São produtos usados no combate a seres vivos considerados nocivos para as pessoas e as plantações. É nessa categoria que se encaixam os agrotóxicos, venenos, pesticidas e reguladores de crescimento.


Essa categoria de produtos pode causar danos e intoxicações, possuindo, inclusivo, uma tabela de classificação de toxicidade com quatro níveis. A Classe I significa Extremamente Tóxico e são mais perigosos para o meio ambiente. Já a Classe IV significa Pouco Tóxico, com produtos pouco perigosos ao meio ambiente.


Biodefensivos e biofertilizantes

Estes são produtos oriundos de matéria orgânica, isentos de agrotóxicos e capazes de atuar de forma a elevar a produtividade das plantas.


Os biofertilizantes, inclusive, contam com uma denominação legal que consta no Decreto 4954/2004 do Ministério da Agricultura. São classificados como matérias orgânicas submetidas a processos de fermentação para proliferação biológica de microrganismos benéficos para o crescimento dos vegetais.


Já os biodefensivos são compostos por predadores naturais de pragas e doenças que assolam plantações, podendo ser tanto micros, quanto macros.


Qual o cenário do uso de fertilizantes e biofertilizantes no Brasil?


O Brasil utiliza cerca de 45 milhões de toneladas de fertilizantes por ano, fazendo do nosso país o quarto maior consumidor, atrás apenas de Estados Unidos, Índia e China. O maior contraste entre esses países, no entanto, está na autossuficiência: O Brasil importa 85% do seu consumo, enquanto seus concorrentes produzem a maior parte do que utilizam.


Também é agravante o fato de que o maior parceiro comercial brasileiro nesse segmento ser a Rússia, país envolvido em um conflito bélico com a Ucrânia e que sofre sanções internacionais, o que encarece seus produtos.


Buscando contornar essa situação, os biofertilizantes se destacam como alternativa viável. Além de estabelecer o Programa Nacional de Bioinsumos, que estimula práticas mais inovadoras, econômicas e sustentáveis, existem empresas como a Solubio, que entregam uma redução de até 70% com produção de biofertilizantes dentro das propriedades.

Quais as vantagens em usar os biofertilizantes?


Além de um cenário político internacional complexo, existem diversos outros fatores vantajosos na utilização de biofertilizantes. Alguns dos principais são:


· garantem a produção de alimentos mais saudáveis, com menor impacto ao meio ambiente;

· fortalecem as plantas e garantem maior resistência ao ataque de pragas e doenças;

· proporcionam melhora na produtividade das culturas;

· apresentam menor custo quando comparado aos fertilizantes químicos;

· indispensáveis ao solo;

· melhoram a fertilidade do solo por adição de nutrientes;

· reutilizam matéria-prima da propriedade.




Como produzir biofertilizantes?


Tem aumentado no Brasil a demanda pela produção de biofertilizantes nas propriedades agrícolas para uso próprio, também conhecida como onfarm.


O processo é feito em estruturas chamadas de biofábricas, estruturas semelhantes a tanques de fermentação usados na fabricação de cerveja, porém, no lugar da aplicação de leveduras, são aplicados microrganismos para se proliferarem em um ambiente controlado.


Quando feito de maneira profissional e qualificada, todo o processo é acompanhado por análises laboratoriais que a analisam a qualidade do biofertilizante e o liberam para a aplicação no solo.

É possível combinar fertilizantes ou defensivos a biofertilizantes?


A maior parte dos produtores ainda trabalhando combinando esses produtos, entretanto, esse panorama tende a apresentar novos resultados nos próximos anos.


Isso porque o crescimento da procura por biofertlizantes e biodefensivos também mobiliza e cria ambientes de pesquisas que indica que ótimos resultados em culturas realizadas primordialmente com biológicos.


Tem curiosidade em saber como se aplicaria uma produção de biofertilizantes na sua propriedade reduzindo custos entre 40% e 70%? Basta entrar em contato com um dos especialistas da Solubio que ele vai tirar todas as suas dúvidas.

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